Midcult

sábado, abril 10, 2010

Vai uma pipica aí?

A coisa já ficou sem graça, mas não podemos deixar de dar o recadinho:

Galera jornalista, vamos aderir à prática da revisão de texto?

Vai uma pipica aí?

Tem coisas que só o EGO faz por você.

Cintia Santiago

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sábado, março 13, 2010

“Notícias Populares” de Santa Rosa

Este texto circula na internet desde o começo do ano passado, mas só agora eu tive o “prazer” de receber a matéria – que eu julgo ser uma piada armada por algum desocupado de mente sórdida.

De todo modo, como este blog tem pretensão a qualquer coisa – ou a nenhuma -, convido vocês a saborearem ou “assarem uma carninha”. O mais comovente é a expressão usada pelo autor das linhas: “… resolveram praticar atos libidinosos”.

Cintia Santiago – pensando, intrigada, no último churrasco do qual participou

terça-feira, março 2, 2010

Lady Gaga rainha dos baixinhos

Filed under: Vergonha alheia — Nádia Lapa @ 21:55
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Ou… os pais não têm noção!

Rolou no Twitter, mas eu não tinha visto o vídeo ainda. Mas quando uma bizarrice brasileira chega à Entertainment Weekly, tá na hora de assistir.

Laura Fontana, de 8 anos, participa do Qual é o seu talento? fazendo um cover de Lady Gaga. E a mãe fica nos bastidores nervosa com a presepada:

Fiquei sabendo recentemente que as crianças AMAM Lady Gaga. Pedem DVD. Meu sobrinho dança Poker Face. Mas daí a maquiar a criança, colocar uma peruca e apresentar em rede nacional de tv há uma enorme, gigantesca distância.

O mesmo post da EW linka pra um outro vídeo, dessa vez uma brincadeira com Tik Tok, da Ke$ha (what the hell is this name?):

Em vez desses pais perderem tempo editando um vídeo constrangedor, eles deveriam é arrumar o quarto dessa criança!

Who cares?

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 21:34
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E o who cares? do dia vai para a manchete do G1:

Pussycat Dolls perde duas de suas integrantes

Ashley Roberts e Kimberley Wyatt anunciaram saída da banda feminina.
Dupla não estaria satisfeita com o destaque da líder Nicole Scherzinger.

QUEM?

segunda-feira, março 1, 2010

Muito glamour

Filed under: fotografia — Nádia Lapa @ 22:18
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O fotógrafo Matt Blum começou em 2005 uma série com uma proposta muito parecida com o que vemos por aí: tirar foto de gente nua. Clichê? Poderia ser, se não tivesse Blum uma alma sensível de artista.

Surgiu então o The Nu Project, “uma série de fotos de gente normal nua. Nada de modelos, nada de maquiagem, nada de glamour”.

E olhando aquela série de fotos de gente-como-a-gente, uma luz veio à minha cabeça: por qual razão somos tão envergonhados dos nossos corpos? Por que insistimos em transar de luz apagada, temos vergonha de comprar um biquini um pouco menor (e quase vamos de burca à praia) ou insistimos nas blusas de manga pq nosso braço é muito gordo?

Na extensa série de fotografias, pouquíssimos corpos são invejáveis segundo o nosso irreal padrão de beleza. Sobram celulites, manchas no corpo, sardas em demasia, estrias, pelos onde não mais estamos acostumados a vê-los. Mulheres muito magras, mulheres muito gordas. Mamilos esquisitos, bundas caídas, rugas.

Deveria ser feio.

Mas não é. A razão é simples: a gente se reconhece ali – naquela barriga protuberante, no quadril mais estreito do que a gente gostaria, no seio flácido. Somos todos assim, todos iguais, e belíssimos. Somos atraentes, desejáveis e sensuais. Só nos falta reconhecer isso. Talvez seja preciso olhar pelas lentes de Matt Blum.

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Donos do meu coração

Já expressei meu amor por Johnny Depp no post abaixo. Mas acabei não falando de Tim Burton, que dirigiu um dos meus filmes favoritos-de-todos-os-tempos, Big Fish. Já assisti brincando umas dez vezes, e choro copiosamente em todas elas. À ocasião, o diretor colocou Eddie Vedder (Pearl Jam) cantando Man of the hour para as cenas finais – justamente na hora em que meu choro vira um soluçar compulsivo.

Desta vez, ele quis que meus globos oculares saiam da minha caixa craniana (gostaram da visão?) em pleno cinema. Escolheu Franz Ferdinand (ei, Alex Kapranos, te vejo em duas semanas!) para a trilha sonora:

A trilha tem também Robert Smith (The Cure), All American Rejects com a boa The Poison, Tokio Hotel e Avril Lavigne (???????), chatíssima como de costume:

Eis o time completo de Almost Alice, a ser lançado no próximo dia 2:

1. “Alice (Underground)” – Avril Lavigne
2. “The Poison” – The All-American Rejects
3. “The Technicolor Phase” – Owl City
4. “Her Name Is Alice” – Shinedown
5. “Painting Flowers” – All Time Low
6. “Where’s My Angel” – Metro Station
7. “Strange” – Tokio Hotel and Kerli
8. “Follow Me Down” – 3OH!3 featuring Neon Hitch
9. “Very Good Advice” – Robert Smith
10. “In Transit” – Mark Hoppus with Pete Wentz
11. “Welcome to Mystery” – Plain White T’s
12. “Tea Party” – Kerli
13. “The Lobster Quadrille” – Franz Ferdinand
14. “Running Out of Time” – Motion City Soundtrack
15. “Fell Down a Hole” – Wolfmother
16. “White Rabbit” – Grace Potter and the Nocturnals

Johnny Depp goes mad…

… and we fall in love!

Em uma semana estreia Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. A expectativa sobre o filme é tamanha que, a cada vez que surgem novas fotos, trailers ou teasers do longa, a internet fica em polvorosa. Não dava pra ser diferente, né? Teremos Johnny Depp vivendo o Chapeleiro Maluco, além de Tim Burton dirigindo e produzindo o filme.

A dupla já trabalhou junta antes em sete ocasiões, como no já clássico Edward Mãos de Tesoura, em A fantástica fábrica de chocolate e em A lenda do cavaleiro sem cabeça. Em todos, o ator viveu personagens ligeiramente perturbados. Mas tudo indica, segundo a reportagem de capa da Entertainment Weekly desta semana, que foi em Alice que o idolatrado Johnny Depp trouxe à tona toda a sua criatividade.

A revista chega às bancas hoje (26) nos EUA, mas o site da publicação deu uma prévia do que podemos esperar do ator: “Quando fomos fazer os testes de câmera, eu pensei ‘Eles irão enlouquecer'”.

É, todos nós vamos enlouquecer, mesmo. De ansiedade. E pra quem se apaixonou por Depp mesmo sujo, de olho pintado e dentes horrorosos como Jack Sparrow, não vai ser um cabelo vermelho e duas horas de maquiagem diárias que vão acabar com nosso amor.

domingo, fevereiro 14, 2010

Chega logo, Copa do Mundo!

Adoro futebol, ainda mais depois que meu Vascão chegou à final da Taça Guanabara ontem, após ganhar do Fluminense.

E sou uma nacionalista incorrigível, que apesar de tudo chora junto com o César Cielo a cada medalha.

Portanto, aguardo ANSIOSAMENTE a Copa do Mundo da África. Adoro comprar camisas do Brasil de 5 reais no Saara (agora vai ter que ser na 25 de março, já que me mudei pra esta cidade uó), fico realmente tensa durante as partidas, me entristeço quando o Brasil perde (bate na madeira!).

E pra piorar a ansiedade, eu A-M-O o tema da Copa. Aqui no Brasil toca no iniciozinho dos comerciais da Coca, e depois entra uma música (acho que) do Skank (argh).

Só me digam qual o sexo da pessoa de camisa laranja e colete preto que aparece a toda hora no vídeo, pq eu não consegui identificar!

When I get older, I’ll be stronger

They will call me freedom, just like a waving flag

(a letra completa, com alguns errinhos, vc encontra aqui)

Bom, pra ser honesta, estou ansiosa mesmo é pra Copa de 2014! 😀

sexta-feira, fevereiro 5, 2010

Nível tóxico de vergonha alheia

“Descobri” as imagens abaixo graças à minha amiga Raquel Temistocles, que twittou o link da notícia publicada pelo EGO.

Não sou fã de Lady Gaga, então o meu “Que merda é essa?” é tão somente porque noção é algo que deveria ser vendido na farmácia.

Digam se estou a mentir:

Não vou comentar nada. Vejam essa agora:

É, não vou escrever mais nada, mesmo. Ceguei.

Cintia Santiago, que vai encarnar a Rihanna

domingo, janeiro 3, 2010

Nem me irrita mais, só me dá vergonha

Filed under: Vergonha alheia — Nádia Lapa @ 15:24
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Fernanda Young. Quando você ouve este nome, qual adjetivo vêm à sua cabeça? Brilhante? Invejável? Gostosa?

Aposto quanto você quiser que não, nenhum destes adjetivos pulam nas nossas mentes quando falamos da escritora/apresentadora/coisa que o valha. É mais fácil adjetivá-la como chata, egocêntrica, arrogante. De uns tempos pra cá, ela decidiu que o programa na TV, bem como os livros/séries/peças que escreve não eram suficientes. Afinal, um programa na TV a cabo, na madruga, não é a coisa mais vista do mundo. Resolveu “aparecer”. Listou no  Twitter 10 razões para posar nua, todas brilhantemente analisadas por Ronald Rios (não estou conseguindo colocar links, então lá vai: http://papoereto.interbarney.com/2009/09/fernandayoung/).

Ela defendeu as ideias fervorosamente. Pior: alguém da Playboy comprou a maluquice (ninguém comprou a revista, porém). Ela achava que seria super chocante a decisão de posar nua; como não foi, resolveu chocar no ensaio – e tirou uma foto com o dedo enfiado no cu.  Pra quê, minha gente?

Por tudo isso, ela entrou na lista dos Malas do Ano, eleição anual feita pelo Artur Xexéo,  de O Globo. Os leitores da coluna do jornalista é que escolhem as malas. Nem nisso Young foi bem: ficou em décimo. E não é que ela ficou puta? Não só ficou puta (não deve ser legal mesmo ficar numa lista de pessoas mais chatas do Brasil), como também enviou um e-mail ao colunista reclamando.

Segue a maluquice: http://twitpic.com/vv16k/full

Notem que a moça começa o e-mail errando o nome do destinatário (o correto é Xexéo, não Xexéu). Depois, coloca a estranha palavra “duplo-sentido”. Com tantos livros publicados, acho que a moça tem um revisor de responsa!

Como Xexéo mesmo comenta na resposta à moça, por qual razão ela imagina que suas conquistas sào o que todo mundo busca? Adianta conseguir tantas coisas e ser esta pessoa intragável?

Mas ela não se segurou. Com o e-mail publicado e a resposta do colunista, ela resolveu dar ataque no Twitter (http://twitter.com/youngporra). Justificou o hífen dizendo que ele caiu com a reforma ortográfica. Not true. Piora ainda mais a situação escrevedo “hífem”. Eu não tolero erros grosseiros de português de ninguém, especialmente de quem, em tese, vive da escrita.

Além da sucessão grotesca de erros, a reação da moça (seja à eleição, seja à coluna) é de uma adolescente mimada, imatura e sem limites. Pra completar, as justificativas de Young são absolutamente risíveis.

Que existe gente igualzinho à Fernanda por aí, todos nós sabemos (infelizmente, até conhecemos).  O que me espanta, de verdade, é que ela tenha 67 mil seguidores no Twitter, mantenha um programa de entrevistas chatíssimo no ar, e ainda venda livros. Quem está errado, na verdade, somos nós que ainda damos confiança a esta moça. Mesmo que seja num post de um blog não lido.

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