Midcult

sábado, setembro 19, 2009

Santa ignorância!

É sábado. Você acorda com o despertador berrando no seu ouvido – ÀS 7 HORAS DA MANHÃ – e pensa: “Putaquepariu, gripe suína filha da puta que me faz ter aula aos sábados!”. Sim, sou caxias e nerd; fui pra Paulista, 900.

Terminada a aula, eu penso: “Ok, eu sou a pessoa mais ignorante (ou INGUINORANTE, como dizem por aí) do mundo e não sabia que havia uma banda cover dos Beatles chamada The Rutles.

O da direita não parece o Roberto Carlos na década de 1960?

O da direita não parece o Roberto Carlos na década de 1960?

Tudo bem, Cintia, onde está a novidade do fato? Por que eu to falando tudo isso? Ah, sim, numa aula sobre intertextualidade e desconstrução do discurso, meu professor de Comunicação Comparada, Luís Mauro (siga-o no twitter), apresentou a famigerada paródia dos quatro garotos de Liverpool.

Criada por Eric Idle e Neil Innes, os Rutles contavam ainda com John Halsey e Ricky Fataar. Estes quatro cidadãos estrelaram o mockumentário (uma espécie de documentário simulado para a TV) All You Need Is Cash na segunda metade da década de 1970. A banda tinha como único intuito imitar e satirizar os Beatles.

Não preciso dizer que foi uma gargalhada atrás da outra durante a apresentação das músicas, né?

Dá uma olhada nisso:

E o que dizer de With A Girl Like You?

Quando Help! vira Ouch!, ninguém aguenta:

Não achei a versão para Twist and Shout, que é hilária. Melhor ficar com a original, né?

Ótimo. Menos uma ignorante na Terra.

Cintia Santiago – ouvindo Twist and Shout no último volume

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segunda-feira, agosto 10, 2009

Também quero viajar nesse balão

Os amigos, às vezes, nos fazem lembrar as coisas mais absurdas, vergonhosas e toscas da face da Terra. Entretanto, não é o caso desta vez. Quando atendi ao telefone agora há pouco, uma amiga começa a cantar – DO NADA – Amigos do Peito, sucesso do grupo infantil Turma do Balão Mágico.

Os balzaquianos, assim como Nádia e eu, lembram-se da pequena Simony – hoje, militante de rebeliões em presídios e afins -, assim como do Jairzinho, que atualmente atende pelo nome de Jair Oliveira e é filho do Jair Rodrigues (sensacional descoberta!).

Junto com Tob e Mike Biggs (o pai do último é nada mais, nada menos do que o assaltante inglês Ronald Biggs), apresentavam um programa homônimo na Rede Globo, do início até meados da década de 1980. Eu era fã do Balão Mágico e cantava alucinadamente estas três músicas:

Ah, eu gostava da Galinha Magricela e do Ursinho Pimpão, também.

Cintia Santiago, idade mental: 5 anos

segunda-feira, julho 13, 2009

Casas Pernambucanas ou Tostines? Eis a questão

Como já deu pra perceber, as duas moças que fazem este blog são um tanto quanto antigas. Para manter a tradição, eis que me lembrei de alguns comerciais de TV “do tempo do onça”, como dizem por aí. Tudo aconteceu porque, com esse friozinho que faz em Sampa, uma amiga fez aquela brincadeira quando eu bati na porta do quarto dela: “Quem bate?” – “É o friiiiio!”.

Bom, já deu pra perceber que o jargão acima pertence ao comercial das Casas Pernambucanas, né? Se não, esqueça e vá ler outro blog. 😉

Olhem só, de 1962:

O que dizer, então, da propaganda dos cobertores Parahyba? A professora do jardim da infância cantava a musiquinha naqueles dias em que a gente dormia no colégio durante a tarde.

Agora, o bordão mais famoso do que o de Hamlet: “Vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”.

Cintia Santiago, que adora ter um motivo pra falar de coisas antigas

sexta-feira, julho 3, 2009

Thanks, but no, thanks

Acho que já deu pra perceber que nós não somos politicamente corretas.  Também é possível notar que quase tudo por aqui se baseia em achismo. Então vamos lá criticar algo sem nenhum embasamento científico.

Quando eu era criança existiam aqueles cigarrinhos de chocolate. Dizem que eles eram feitos à imagem e semelhança dos cigarros de verdade, mas a minha memória teima e diz que eles eram um pouco menores que os cigarros reais.

Os cigarrinhos de chocolate Pan foram os mais vendidos na década de 1980
Os cigarrinhos de chocolate Pan foram os mais vendidos na década de 1980

Tamanho diferente ou não, o fato é que eles eram pelo menos semelhantes, e comer aqueles cigarrinhos trazia não só o prazer do chocolate, mas era uma brincadeira, também. Era “coisa de adulto”, numa época em que os fumantes não eram vistos como os grandes criminosos da humanidade.

Quem não viveu aquela época, pode imaginar o que é para uma criança “dirigir” carros de brinquedo hoje ou “cozinhar” em panelinhas cor-de-rosa – nada mais do que a exteriorização da ideia fixa de crescer logo (triste o mundo onde meninos ganham volantes de brinquedo, enquanto as meninas ficam com vassouras, tábuas de passar, tanquinhos…).

A Garoto também entrou na onda
A Garoto também entrou na onda

Meu sobrinho não poderá experimentar este mesmo prazer infantil, pois a Anvisa tem uma resolução, de 2002, que proíbe a fabricação, comercialização, importação e vários outros “ãos” de alimentos com aparência de cigarros, cigarrilhas, charutos e afins.

A justificativa da Agência é de que dados da Organização Mundial de Saúde indicam que quem comeu os tais cigarrinhos de chocolate têm 4 vezes mais chances de se tornar um fumante, pois estas pessoas relacionam o prazer do chocolate ao do fumo.

Não sei se levaram em conta a questão cultural que o cigarro carrega. Até hoje muitos jovens começam a fumar pela “transgressão”, mesmo motivo que levou a minha mãe a colocar um cigarro na boca há mais de quarenta anos. Outros querem ser cool e não ficar fora do grupo. Alguns só tem mau gosto, mesmo.

Eu, que não sou cool, não sou transgressora, tenho pais fumantes e vivi assistindo filmes de Hollywood, não sou fumante. Pior! Horror dos horrores: fumei muito cigarrinho de chocolate!

Éramos três irmãos. Minha irmã começou a fumar quando morava nos EUA e não tinha idade para comprar cigarro – alguém comprava por ela (eis aí o fator “transgressão”). Um belo dia, já de volta ao Brasil, decidiu que era brega fumar, e parou. Num piscar de olhos. Ela faleceu uns 10 anos depois, e não mais voltou a fumar, mesmo estando cercada de fumantes.

Eu, aos 29 anos, já experimentei cigarro. Até achava gostoso aqueles Gudang, mas enjoava antes de acabar e me entediava com aquilo facilmente. Meu relacionamento com o cigarro vindo de Java durou não mais que um verão.

Já meu irmão é um fumante inveterado. Sabe dos malefícios do cigarro, mas não quer parar de fumar.

Nós três fomos criados da mesma forma, compramos muito Hollywood pra minha mãe (“vai lá que te espero no carro”), somos do tempo em que a Marlboro patrocinava carros velozes e as embalagens de cigarro não tinham fotos horríveis e nem tarjas explicativas dos malefícios do fumo. E seguimos caminhos diferentes.

Culpar uma indústria por escolhas pessoais é muito pra minha cabeça.

Se for assim, vamos proibir:

1) A venda do cigarro itself, né? Afinal, o cigarrinho de chocolate poderia provocar cáries e obesidade; o de verdade causa tudo aquilo que vocês estão carecas de saber. Ah, claro… A Pan (fábrica dos cigarrinhos) não era uma Souza Cruz, nem uma Philip Morris, né?

2) Proíbam imediatamente a Fries e o Thunder do Outback. Aproveitem a deixa e impeçam a rede de restaurantes de fazer a Ribs. São viciantes e provocam obesidade MÓRBIDA, o que leva a problemas cardíacos e derrames cerebrais, sem contar o mal que ser gordo faz à auto estima (antes que me joguem pedras, uma info: sou gorda).

3) Carrinhos de supermercado cor-de-rosa? Mini geladeiras de brinquedo? Proíbam! Isso só corrobora essa sociedade machista em que vivemos e coloca as mulheres em uma posição inferior aos homens!

A lista poderia ser infinita. Brincadeiras à parte, sei que no exterior ainda vendem estes cigarros de chocolate. O que é melhor: eles REALMENTE parecem com os de verdade.

"Cigarros de chocolate podem causar cárie" hahhahaha
“Cigarros de chocolate podem causar cárie” hahhahaha

Não tenho um real pra ir ali na esquina comprar uma tapioca, mas no dia que eu viajar pra fora do país, irei fazer um contrabando de cigarros de chocolate.  Dá pra comprar aqui e aqui.

Nádia Lapa

domingo, maio 31, 2009

Pra cantar no karaokê

Lançado este ano pela editora Ediouro, o livro As Aventuras da Blitz conta a história da banda que foi sucesso na década de 1980. Escrita pelo jornalista Rodrigo Rodrigues – apresentador do programa Vitrine, na TV Cultura -, a biografia tem 300 páginas e está disponível para venda no site da Publifolha.

Formada inicialmente por Evandro Mesquita, Fernanda Abreu e Márcia Bulcão (vocais), Ricardo Barreto (guitarra), Billy Forghieri (teclados), Antônio Pedro (baixo) e Lobão (bateria), a Blitz é considerada precursora do rock brasileiro por alguns críticos. Outros a intitulam como um grupo repleto de canções descartáveis.

Ok, todo mundo que fez pelo menos o pré-primário sabe que as letras nunca foram símbolo de intelectualidade alguma. Aliás, tem coisa mais chata que gente que se define como intelectual? Bom, voltando aos “ovos frígidos” (Nádia, mais uma pra nossa coleção), o fato é que eu me fantasio de Bozo se tiver algum vivente da década de 80 que não tenha repetido a frase: “Ok, você venceu, batata frita”, ou cantarolado: “Você não soube me amar, você não soube me amar”.

Aproveite e relembre:

Este primeiro hit foi lançado em 1982. Lobão, pra variar, saiu do grupo nesta época, alegando que as músicas começavam a ficar comerciais demais. Jura? Foi substituído por Roberto Gurgel, o Juba. Ainda neste ano, começaram os shows pelo Circo Voador, no Rio de Janeiro. É do álbum Radioatividade – de 1983 – os sucessos A Dois Passos do Paraíso e Weekend. Canta aí:

Muito divertido rever as roupas extravagantes da Fernanda Abreu e da Márcia Bulcão, além do cabelo “meu Deus, que horrível” do Evandro Mesquita. Alguns shows foram dirigidos pela atriz Patrícia Travassos, integrante – ao lado de Mesquita – do grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone.

Entre idas e vindas, a banda tocou no Rock in Rio de 1985. Depois disto, é aquela história do “cada um pro seu lado”. Fernanda Abreu saiu para enveredar pelo “Rio 40 graus”, acompanhada de “Kátia Flávia”, a louraça Belzebu.

Em 2008, foi lançado o BLITZ – Ao Vivo e a Cores, combo CD + DVD.

Pra terminar, aí vai Mais Uma de Amor:

Cintia Santiago

quinta-feira, maio 28, 2009

Let’s daaaaaaaaaance

Mais um clássico dos anos 1980 voltará às telas do cinema. Footlose, filme de 1984 estrelado pelo simpaticíssimo Kevin Bacon, será refilmado a partir de março do ano que vem.

O papel de protagonista da nova versão seria interpretado por Zac High School Musical Efron, mas ele decidiu “dar um tempo” em musicais. Too bad, não? Afinal de contas, quem viverá Ren McCormack, agora, será nada mais nada menos que ele, que toma duas horas das minhas quintas-feiras:

chace-crawford

Chace Crawford, o Nate de Gossip Girl, começa a gravar em março de 2009. Hayden Panettiere (de Heroes), Miley Cyrus (a Hanna Montana) e a chatérrima da Amanda Bynes concorrem a um papel no filme.

Quem nasceu depois do fenômeno Footloose talvez não tenha a exata dimensão do que foi esse filme. Eu já assisti over and over again, e continuarei assistindo até o final da minha vida. Ren McCormack, criado em Chicago, vai morar em uma pequena cidade onde a música e a dança foram proibidas. E o longa mostra o que ele faz para mudar isso.

É a velha fórmula de jovens-conquistando-as-coisas, a música tomando a frente… Fórmula antiga, claro, mas que ainda funciona.

No filme, até Sarah Jessica Parker aparece.

Let’s dance?

Nádia Lapa

terça-feira, maio 26, 2009

Os primeirões de 26 de maio

Em 26 de maio de 2009, os chatos do Black Eyed Peas continuam em primeiro, com Boom Boom Pow.

Ano passado, a primeira colocada na Billboard era Lollipop, de Lil Wayne feat. Static Major. Gente, eu não tenho a menor ideia de quem seja essa pessoa!!! (a segunda pessoa, digo)

É a versão americana do nosso “Chupa que é de uva”. A letra a música diz “She lick me like a lollipop” (detalhe que eu, Nádia Lapa, MORDO pirulitos. Acho que não era a isso que Lil Wayne se referia, né?). 

Nem vou continuar falando dos anos 2000 porque semana passada já decidimos que as músicas são as piores de toda a história. 

Mas em 1997, tínhamos em primeiro lugar uma música muito, muito legal. A letra, sensacional. Os cantores, ultra sexies. Mmmbop, senhoras e senhores, com os digníssimos irmãos Hanson, também conhecidos como os Jonas Brothers dos anos 1990!

O vídeo não está completo. Não achei um que estivesse… E, vamos combinar, o melhor comentário ever no You Tube:

 

no offence, but i cant uderstand a word they say.

resposta: it isnt meant to be understood 

(não fui eu q escrevi isso, juro)

George Michael, antes de ser preso em banheiros públicos, total arrasava na década de 1980. Em 1988, ele era o primeiro com One more try. Três anos antes, quando ainda era do Wham!, foi a vez de Everything she wants (saca o cabelo!):

O melhor da década, porém, foi Flashdance, em 1983 (o nome da cantora é Irene Cara).

Na década de 1970, teve os Stones com Brown Sugar e Stevie Wonder com Sir Duke.

E os Beatles mandaram no mundo na década de 1960, mesmo. Em 1962, a ótima e boba Love me do e, em 1969, Get Back.

Agora tchau que tá começando Samantha Who.

Nádia Lapa, triste triste pq cancelaram o seriado

segunda-feira, maio 25, 2009

Mais uma da década de 80

Filed under: Música,Velharia — O escritor @ 10:07
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Ontem, resolvendo assuntos domésticos, precisei desenterrar algumas tralhas. E não é que encontrei uma das minhas paixões da década de 80?

Uma fita K7 (gente, fazia bem uns 10 anos que eu não escrevia – e nem falava – esta expressão) do grupo Dominó estava escondida em meio aos meus CD’s. Tomei um susto e quase morri de tanto rir.

O grupo Dominó surgiu em 1984. O então apresentador do programa Viva a Noite, Augusto Liberato – o Gugu -, por meio de sua agência – a Promoart -, foi o responsável pela criação da versão tupiniquim do Menudo, banda teen de Porto Rico.

Dominó

A primeira formação tinha Affonso Nigro, Nill, Marcos e Marcelo. Eu adorava o primeiro e aquele cabelo “mullets” encaracolado dele. Olha só as figuras:

Era essa a capa da minha fita K7. Hahahahaha

Era essa a capa da minha fita K7. Hahahahaha

Eu sabia cantar todos os “sucessos”: Companheiro, P da Vida, Ela não Gosta de Mim, Ainda Sou Você , Manequim e Com Todos Menos Comigo, cuja performance você pode recordar agora (preste atenção no microfone):

Além de bater ponto no programa do Gugu, no SBT, os meninos eram presença constante em “Os Trapalhões”, da Rede Globo. Em 1989, Nill saiu do grupo, seguido por Affonso Nigro, no início dos anos 1990. A partir daí, a coisa mudou; o sucesso já não era mais o mesmo. Lembro de ter ficado frustrada com a saída de Nigro. Fiquei puta e deixei de ser fã. Só de raiva.

O Dominó ainda teve outras formações. Em 1993, era formado por Rodrigo Faro (o chuchu cozido e sem sal), Klaus, Fábio e Ítalo. Não deu muito certo, não. Em 1999, resolveram tentar de novo, desta vez, com Rodrigo Phavanello (aquele que pegava a Cláudia Jimenez), Héber, Rodriguinho e Cristiano. A música de trabalho era Baila Comigo:

Hoje, tudo se acabou e quase ninguém se lembra do grupo. Se eu não tivesse achado a tal fita K7, juro que também não o faria. E muita vergonha de dizer que eu cantava Com Todos Menos Comigo feito uma louca. Muita vergonha!

Cintia Santiago

domingo, maio 24, 2009

David Lynch dirigindo Dirty Dancing?

Filed under: Velharia,videos — Nádia Lapa @ 14:56
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Indicação da minha amiga Telinha. No You Tube tem mais um monte de vídeos parecidos com esse. Muito bom!

Nádia Lapa

sábado, maio 23, 2009

All the old ladies

Ontem coloquei o rádio do carro em alguma estação qualquer que não lembro. Começa a tocar uma música de 22 anos atrás. Acabou, troquei de estação. E começa exatamente a mesma música! Daí tem que entrar em “All the old ladies”, né? 

O Ira! formou-se no início da década de 1980. Charles Gavin, que depois virou um dos Titãs, fez parte da banda como baterista. Edgard Scandurra (também participou do Ultraje a Rigor) e Nasi são os dois músicos mais conhecidos do Ira!. 

O primeiro álbum lançado foi o Mudança de Comportamento, em 1985. No ano seguinte foi a vez de Vivendo e Não Aprendendo. O sucesso veio mesmo com este segundo disco. A clássica Envelheço na Cidade faz parte do álbum, mas o Ira! bombou, mesmo, foi com Flores em Você

O motivo? Simples: a música era a trilha da abertura da novela O Outro, transmitida pela Rede Globo em 1987.

Escrita por Aguinaldo Silva e dirigida pelas mesmas pessoas de sempre, a novela foi um grande sucesso. A média de espectadores era de 61 pontos no Ibope (TVs não davam em árvore há 20 anos como hoje) e levou Luma de Oliveira ao estrelato – durante a exibição da novela, ela foi capa da Playboy pela primeira da ziguilhões de vezes. O protagonista era o canastrão chamado Francisco Cuoco, que interpretava dois personagens. 

Olhem só uma das chamadas da novela (atentem para o rosto rechonchudo da Cláudia Raia, a quase monocelha da Malu Mader e o Marcos Frota com a maior cara de novinho):

A trilha sonora contava ainda com Cazuza (Nosso amor a gente inventa), Pretenders (Don’t get me wrong) e Kid Abelha, quando ainda tinha o & Os abóboras selvagens no nome (Amanhã é 23). 

O Ira! voltou aos holofotes em 2004, ao gravar o Acústico MTV, numa época em que os anos 1980 voltaram à moda. Não durou muito: em 2007, Nasi saiu da banda, que veio a acabar definitivamente em 2008. Hoje Nasi e Scandurra são dois tiozões, mesmo, e tocam seus projetos pessoais.

Nádia Lapa, que assume sua velhice ao dizer que adorava O Outro 

 

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