Midcult

terça-feira, setembro 14, 2010

Recado

Filed under: Uncategorized — O escritor @ 01:07

O que um dia – talvez – tenha sido três, agora é uma dupla. Sim, a “Quem somos?” foi editada, e esse barraco aqui passará por um cuidado melhor. E só tem duas donas. Nós, proprietárias desse santo lugar, podemos até dar um perdido, mas abandonar a criança, jamais!

Estamos sempre aqui também: @nadialapa e @cintiasantiago. Jornalismo, bobagens e afins, acredite, é com a gente mesmo.

quinta-feira, abril 22, 2010

Eu juroooooooooo

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 23:51

Eu juro, gente. Juro. Vou voltar a escrever. Ando meio sem tempo pra respirar, mas vou escrever. Juro.

Em breve.

Por enquanto, conheçam o meu novo blog: Bites of Heaven.

terça-feira, março 2, 2010

Who cares?

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 21:34
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E o who cares? do dia vai para a manchete do G1:

Pussycat Dolls perde duas de suas integrantes

Ashley Roberts e Kimberley Wyatt anunciaram saída da banda feminina.
Dupla não estaria satisfeita com o destaque da líder Nicole Scherzinger.

QUEM?

sábado, novembro 28, 2009

Twitts à venda

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 10:16
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Entrei no Twitter há quase dois anos. No início, eu mal usava. Achava inútil, devagar. Daí comecei a seguir pessoas interessantes, meus amigos começaram a usar mais, e me viciei. A fase do vício já passou, ainda que eu fique com o TweetDeck aberto o dia inteiro.

A gente escolhe quem seguir quando lê um RT interessante ou engraçado. Procura o twitter de jornalistas/artistas/escritores que a gente gosta. E estas pessoas gozam de uma certa credibilidade.

Com o boom do Twitter, aconteceu o que já ocorrera nos blogs muito lidos: criou-se um espaço para propaganda.  Muitos caíram em cima de Marcelo Tas, que vendia twitts para a Telefonica. A @twittess tinha até uma tabela de valor por twitt rolando na internet.

Criou-se uma celeuma se a venda era moralmente correta. Eu acho errado. Pra mim, é como se no meio de uma conversa entre amigos eu dissesse “gente, experimentei o novo refrigerante de uva da Pepsi e é uma delícia”. Eu odeio uva. Mas, se você é ok com isso e acha que não tem nada de mais, pelo menos avise que aquele é um twitt patrocinado. Marcelo Tas fazia isso (não sei se ainda faz, há muito eu não o sigo).

Twitts patrocinados são como merchandising em novela. O curioso é que todos os jornalistas/entendidos de mídia e afins reclamam destas inserções. E eles mesmos estão hoje fazendo propaganda do novo Mentos, como se o lançamento de uma nova bala fosse algo socialmente relevante.

Eu já sou bombardeada por propaganda na TV, nos sites que visito, antes dos trailers do filme (lembram quando isso não existia?), na rádio, nas filipetas que me entregam nas ruas. Everywhere. Pelo menos no Twitter quero me ver livre disso.

Dizem que na TV a gente sempre tem a opção de trocar o canal. O “controle remoto” do Twitter é o unfollow.

domingo, novembro 22, 2009

They can read my mind

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 16:08
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Local: Chácara do Jockey. Rolava um trauma pelo confuso show do Radiohead na mesma estância.

Cidade: São Paulo, terra de gente estranha que não interage muito em shows.

Tempo: chuva. MUITA chuva. E a certeza que a Chácara havia virado um charco.

Banda: The Killers, uma das minhas favoritas de todos os tempos, mas que olhava com desconfiança em apresentações ao vivo desde o Tim Festival (do Rio), em 2007.

No caminho para a Chácara, a conjunção destes quatro fatores me fez até confessar que, se não fosse por Brandon Flowers, eu não iria. “Só vou porque sou fã”, disse.

Ainda bem que eu fui.

Já nos primeiros acordes de Human, toda a chuva, lama, o cheiro de maconha, os pés encharcados… nada disso fez mais diferença. Brandon Flowers, o vocalista da banda, surgiu com uma jaqueta que só pode ter sido roubada das Paquitas, da Xuxa. Felizmente, ele se livrou logo logo do adereço e, com uma roupa toda preta, conquistou os corações de todo mundo ali. Não é tão difícil quando se tem no repertório Somebody Told Me (ouvir de novo “you had a boyfriend who looked like a girlfriend…” ao vivo é priceless), Bones, Mr. Brightside e Spaceman… Quando Brandon Flowers emendou um trechinho de Can’t help falling in love, do Elvis, com A dustland fairytale, então… matou. A sensação é exatamente esta: morri e fui pro céu.

Eu prefiro que o céu não tenha tanta lama, mas já que não tem jeito, só nos resta aproveitar. A galera cantou TUDO. Parece que a chuva fez bem aos paulistanos, normalmente tão comedidos em shows. Eu só vi coisa parecida no show da Madonna, em dezembro de 2008.

Neste vídeo aqui a imagem tá ruim, mas dá pra ter ideia de como a galera cantou junto:

A banda tocou Human novamente, desta vez com Brandon ao piano. Ele até errou notas. Não tinha importância. Ele havia acabado de nos chamar de “corajosos” por termos ido lá:

A primeira parte do show terminou com All these things that I’ve done, com direito a uma chuva de papel picado. Quase ninguém arredou o pé. Claro que sempre tem aquelas pessoas que “fogem do tumulto” e saem antes do bis (na boa? você pagou pelo menos 100 reais pra estar ali, mais 50 de estacionamento, está com lama até a alma e vai embora antes de When you were young?).

Logo eles voltaram pro bis. A primeira foi Jenny was a friend of mine. Flowers, bem mais simpático do que na apresentação no Rio em 2007, avisou: “Esta é a última música, mas vamos tocar ‘as hard as we can'”. E pediu pra que o público os acompanhasse na batida. Nem precisava: a catarse era coletiva. Era hora de When you were young.

Pena. Eu poderia ficar ali pulando e gritando por mais umas duas horas antes de lembrar que tenho lombalgia. Eu poderia ouvir This river is wild, Under the gun,  Romeo and Juliet (cover de Dire Straits), Why do I keep counting e Losing touch. Mas tudo foi tão absolutamente perfeito (inclusive por não ter tocado Uncle Johnny e Andy, you’re a star) que não dá nem pra reclamar.

Eu saí de lá sorrindo, com barro até o joelho, com perda total no meu all star, com os cabelos de louca varrida. Só me senti assim uma vez: na saída do show do R.E.M. no Rock in Rio 3. E isso não é pouca coisa.


sábado, setembro 19, 2009

Ainda dá o que falar

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 17:02
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A malice do Kanye West no último VMA ainda dá o que falar. Até Barack Obama se meteu na história, mas as paródias que têm surgido por aí é que deixam a história viva.

E o humorista Jimmy Kimmel (da ótima história “I’m fucking Matt Damon” e afins) invadiu um show dos Killers para brincar de Kanye West.

Como o áudio tá bem ruim, o que ele diz (segundo a NME, pq também não entendi) é “”I’m really happy for you and I’m going to let you finish, but I want to say Beyonce made one of the best videos of all time…and the Psychedelic Furs had one of the best songs of all time!”.

(o Killers estava fazendo uma homenagem ao Psychedelic Furs e toca logo em seguida Pretty in Pink junto com a banda)

Ah, só lembrando: os Killers se apresentam aqui em Sampa no dia 21 de novembro, na longínqua e desconfortável Chácara do Jockey. O show do Rio foi cancelado.

Nádia Lapa

quarta-feira, setembro 16, 2009

Falhei miseravelmente!

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 11:36

Falhei miseravelmente na minha promessa de atualizar o blog sempre. Não o faço desde o dia 8! Uma semana sem logar aqui.

Um dos leitores (Ui, Fasô!) reclamou da ausência de comentários sobre o VMA. Falei tanto no Twitter, fui tão maldosa, que esqueci de escrever aqui. Daí vem a nova promessa: sobre o Emmy eu falarei.

Agora, o post é para indicar um texto do Arnaldo Branco sobre humor – ou sobre como é difícil escrever na internet. Você não sabe quem são seus leitores. Afinal, eles podem chegar ao seu site/blog por um simples clique no Google. Aí já viu: ele procura pela Kelly Key, que é a cantora (???) favorita dele, e chega a um blog falando mal dela, ainda que ironicamente (isto é, se alguém lembrasse que a moça existe e escrevesse a respeito). Já sabemos o resultado – comentários carregados de ódio. E isso porque eles nem te conhecem!

Leiam o post do Arnaldo Branco aqui.

domingo, agosto 23, 2009

Fofo é pouco

Andei meio me estranhando nos últimos dias. Continuo meio perdida em relação a diversas questões que preciso resolver com urgência. Mas uma coisa que não posso negar é que sou indie. Não aqueles indies que conhecem bandas independentes da Estônia (o nome disso pra mim é outro). Mas meio nerd, meio indie. Com orgulho.

Então não tive como ver Nick e Norah – Uma noite de amor e música nas prateleiras da locadora e não pegar. Domingo chuvoso após uma noite de sábado que eu preferia não ter vivido? Nada melhor que uma comédia romântica, não?

200px-Infinite_playlist

O nome em inglês é Nick and Norah’s Infinite Playlist, o que soa muito mais romântico e perene do que o título abrasileirado. Aqui foi lançado direto em DVD e pouco se falou no filme. Uma pena, pois o longa é absolutamente delicioso, leve e moderno. Li algumas críticas de que o roteiro é fraco, mas who cares quando há diálogos muito bem sacados e quando os ditos losers se encontram?

O Nick do título é vivido por Michael Cera, do superestimado Juno. Logo nos créditos iniciais o nome do ator aparece em meio a nomes como The Cure, Modest Mouse, We are Scientists. Tem como não amar? (1)  Nick tomou um pé, não consegue superar o desprezo e dirige um carro caindo aos pedaços. Mas ele tem amigos maravilhosos, todos gays, e é com eles que acontece o primeiro diálogo sensacional do filme. Tentando animar o amigo deprê, eles dizem que naquela noite irão arranjar alguém melhor para Nick. E ele responde:

– Não é fácil assim. Vocês não tem ideia do que é ser hetero. É horrível.

Tem como não amar (2)?

Em uma série de encontros casuais, Nick encontra Norah e o resto vocês já sabem. O que acontece até que eles finalmente aceitem que são seres amáveis e que merecem a felicidade a dois, ainda que tenham vivido histórias ruins no passado (e não vivemos todos?),  é que deixa o filme ainda mais perfeito.

Ideal para quem curte um bom e velho rock and roll e – de alguma forma totalmente utópica –  ainda acredita em encontros que podem mudar uma vida.

Nádia Lapa

sábado, julho 25, 2009

Essa tal publicidade…

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 20:09

Compre um diploma e ganhe um clareamento de pele totalmente grátis!

(pq na Cásper não dão um peeling?)


Nádia Lapa

domingo, julho 19, 2009

Só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João

Filed under: Uncategorized — Nádia Lapa @ 14:32

São Paulo me recebeu de braços cruzados, como sempre. Voo atrasado, cartão que não passa no estacionamento, carro na reserva da reserva. Quando cheguei na Estaiada, a forte neblina encobria os prédios da Berrini.

Ali, os braços se abriram. It’s good to be back, apesar de meu coração estar em outro lugar.

Agora dálicença que eu vou ali no Sujinho. Pra quem nos lê, a novidade boa: aqui minha internet funciona, então voltarei a fazer comentários inúteis sobre o nada.

Nádia Lapa

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