Midcult

quarta-feira, agosto 26, 2009

Castigo para o agressor da calopsita

Mais um capítulo da “novela” abaixo, ó:

Clique aqui. Aqui!

Enumero os episódios que mais me “cativaram”:

1) Chris Brown é condenado a cinco anos de liberdade condicional

Tudo bem. Ficou notório que o réu foi privado de ir e vir a seu bel-prazer. Mas ler “condenado à liberdade” – mesmo que condicional – dá uma certa agonia. Alô? Vamos melhorar o título? Grata.

2) Ele disse ainda ter pedido desculpas diversas vezes à intérprete de “Umbrella”.

Hã? Desde quando Rihanna é intérprete e Umbrella é música? A minha ex-calopsita, Nina, cantava melhor do que a mulher-de-malandro-moicana.

Cintia Santiago – ela mesma

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domingo, agosto 23, 2009

Fofo é pouco

Andei meio me estranhando nos últimos dias. Continuo meio perdida em relação a diversas questões que preciso resolver com urgência. Mas uma coisa que não posso negar é que sou indie. Não aqueles indies que conhecem bandas independentes da Estônia (o nome disso pra mim é outro). Mas meio nerd, meio indie. Com orgulho.

Então não tive como ver Nick e Norah – Uma noite de amor e música nas prateleiras da locadora e não pegar. Domingo chuvoso após uma noite de sábado que eu preferia não ter vivido? Nada melhor que uma comédia romântica, não?

200px-Infinite_playlist

O nome em inglês é Nick and Norah’s Infinite Playlist, o que soa muito mais romântico e perene do que o título abrasileirado. Aqui foi lançado direto em DVD e pouco se falou no filme. Uma pena, pois o longa é absolutamente delicioso, leve e moderno. Li algumas críticas de que o roteiro é fraco, mas who cares quando há diálogos muito bem sacados e quando os ditos losers se encontram?

O Nick do título é vivido por Michael Cera, do superestimado Juno. Logo nos créditos iniciais o nome do ator aparece em meio a nomes como The Cure, Modest Mouse, We are Scientists. Tem como não amar? (1)  Nick tomou um pé, não consegue superar o desprezo e dirige um carro caindo aos pedaços. Mas ele tem amigos maravilhosos, todos gays, e é com eles que acontece o primeiro diálogo sensacional do filme. Tentando animar o amigo deprê, eles dizem que naquela noite irão arranjar alguém melhor para Nick. E ele responde:

– Não é fácil assim. Vocês não tem ideia do que é ser hetero. É horrível.

Tem como não amar (2)?

Em uma série de encontros casuais, Nick encontra Norah e o resto vocês já sabem. O que acontece até que eles finalmente aceitem que são seres amáveis e que merecem a felicidade a dois, ainda que tenham vivido histórias ruins no passado (e não vivemos todos?),  é que deixa o filme ainda mais perfeito.

Ideal para quem curte um bom e velho rock and roll e – de alguma forma totalmente utópica –  ainda acredita em encontros que podem mudar uma vida.

Nádia Lapa

sábado, agosto 22, 2009

Oi, fãs, cadê a noção?

Eu vou criar o Sindicato dos Fãs Sem Noção. Estes aí embaixo serão os primeiros associados:

Vergonha alheia na velocidade 5.

Cintia Santiago, que vai ali desfrutar do sono da beleza

sexta-feira, agosto 21, 2009

Minha nova música favorita

Quando eu gosto de uma música, eu ouço over and over again. A escolhida da vez é Impossible, do Shout Out Louds:

A banda de nome curioso* é da Suécia e fez relativo sucesso ao aparecer em alguns seriados americanos, como o The O.C.:

E One Tree Hill:

Tonight I have to leave it apareceu nas telonas em Jogo de amor em Las Vegas (com Cameron Diaz e Ashton Kutcher).

Em Nick and Norah’s Infinite Playlist, outra comédia romântica, é a vez de Very Loud (que não curto, aliás).

Aqui no Brasil a banda é conhecida por causa desse comercial aqui:

A versão original de Shut Your Eyes está aqui, ó.

Os rapazes estiveram aqui no Brasil ano passado, junto com o Peter Bjorn and John (a banda do assobio), no festival Invasão Sueca. A mané aqui não foi porque não tinha companhia.

Anyways, recomendo. Super recomendo.

Nádia Lapa

*o nome da banda era originalmente Luca Brasi. O “Shout Out Louds” foi tirado de uma música do The Cure (AMO), High. A letra você encontra neste link.

sábado, agosto 15, 2009

Cala a boca, William

Filed under: Burrice,Celebridades,Meninos que amamos — Nádia Lapa @ 13:57
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Todos sabem que sou absolutamente apaixonada por William Bradley Pitt. Mas ele está testando até onde esse amor resiste, só pode. Primeiro casou com a mulher que tem as mãos mais feias do planeta, e agora fica falando absurdos por aí sobre maconha.

Primeiro, disse que queria se candidatar a governador nos EUA e que sua plataforma política seria a liberação do fumo. Agora, disse em entrevista que enrola um cigarrinho de maconha tão bem que mais parece “um artista”.

Vamos ficar com uma imagem de Brad Pitt calado que é melhor:

Cala a boca, William!

Cala a boca, William!

Nádia Lapa

quinta-feira, agosto 13, 2009

O humor de Caio F.

Podem dizer que somos monotemáticas! E daí?

Inspirada no post Eu te amo, Caio, escrito pela Nádia hoje, preciso compartilhar algo fantástico de nosso querido Caio Fernando Abreu. No ápice da depressão, ele conseguia reproduzir a própria angústia com um humor que me fez gargalhar vergonhosamente. É o trecho de uma carta à amiga Jacqueline Cantore, publicado na biografia feita por Jeanne Callegari:

“Abobrinha 2 (somente para iniciados):

Abobrinha 2a. S’as o que o Caio Fernando Abreu disse quando viu o Jaburu do outro lado da calçada?
– Como é que estou do outro lado, se estou aqui?

Abobrinha 2b. S’as o que o Jaburu, do outro lado da calçada, fez quando viu o Caio Fernando Abreu? Gritou:
– Jaburú-ú!”

Quem ousa supor que ele não era sensacional?

Cintia Santiago

Brandon Flowers é rei

Filed under: Clipes,Música — Nádia Lapa @ 19:10
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Você já comprou seu ingresso pro The Killers em novembro? Nós já!

Enquanto 21 de novembro não chega, vamos nos divertir com o novo vídeo da banda:

Para garantir sua entrada no lamaçal, clique aqui.

Nádia Lapa

Eu te amo, Caio

Filed under: Literatura,Livros — Nádia Lapa @ 11:06
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Caio Fernando Abreu dizia que queria muito ser amado por algo que ele escreveu. Nem precisava querer isso – eu me apaixonei perdidamente desde a primeira linha.

Foi lançado em junho um novo livro sobre a vida de Caio F. Já quero comprar, claro. Notem na parte da Maria Adelaide Amaral o gato ATERRORIZANTE no canto inferior esquerdo do vídeo.

Nádia Lapa

segunda-feira, agosto 10, 2009

Também quero viajar nesse balão

Os amigos, às vezes, nos fazem lembrar as coisas mais absurdas, vergonhosas e toscas da face da Terra. Entretanto, não é o caso desta vez. Quando atendi ao telefone agora há pouco, uma amiga começa a cantar – DO NADA – Amigos do Peito, sucesso do grupo infantil Turma do Balão Mágico.

Os balzaquianos, assim como Nádia e eu, lembram-se da pequena Simony – hoje, militante de rebeliões em presídios e afins -, assim como do Jairzinho, que atualmente atende pelo nome de Jair Oliveira e é filho do Jair Rodrigues (sensacional descoberta!).

Junto com Tob e Mike Biggs (o pai do último é nada mais, nada menos do que o assaltante inglês Ronald Biggs), apresentavam um programa homônimo na Rede Globo, do início até meados da década de 1980. Eu era fã do Balão Mágico e cantava alucinadamente estas três músicas:

Ah, eu gostava da Galinha Magricela e do Ursinho Pimpão, também.

Cintia Santiago, idade mental: 5 anos

quinta-feira, agosto 6, 2009

Fica a dica

Muita gente já deve conhecer este site, mas nunca é demais divulgar algo bacana.

Idealizado por Gilberto Dimenstein, colunista do jornal Folha de S.Paulo, o Catraca Livre é um guia cultural da capital paulista. Nele são divulgados todos os eventos gratuitos em Sampa. Além disso, o sítio (para rir do termo, acesse o SITE da Receita Federal) dá espaço a novos artistas e fomenta as manifestações comprometidas com o desenvolvimento da cidade.

Portanto, se você é ou está pobre, assim como eu e a Nádia, não deixe de acessar o www.catracalivre.com.br. Afinal, “de grátis”, a gente faz quaaaaaase tudo! 😉

Cintia Santiago

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