Midcult

quarta-feira, junho 3, 2009

The Kooks vem aí, lá lá lá lá

Filed under: Música — Nádia Lapa @ 11:59
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Hoje eu sonhei que ia ao show do The Kooks. Pior: era chatíssimo. Bizarro: era na década de 1920 (?????). How bizarre, how bizarre: as pessoas estavam com roupas da década de 1960. E continua: eu ia ao show com duas pessoas – o Alex do Move that jukebox (com a aparência de outra pessoa) e uma menina que fez um personagem no Cold Case dessa semana. Sim, I’m a weirdo (sempre vem Creep, do Radiohead, à minha cabeça quando falo/escrevo/penso a palavra weirdo).

Mas não precisa ficar em sonhos. Afinal, os rapazes-de-cabelo-bagunçado apresentar-se-ão (gostaram da mesóclise?) dia 19 de junho no Via Funchal, em São Paulo. E vai ser muito legal. E eu não vou vestida de anos 1960 (too bad! adoro as roupitchas). E minha companhia será Cintia Santiago.

Pra quem não conhece a banda (????), aí vai a minha música favorita dos rapazes:

Essa é uma versão acústica da música, pois a oficial não dá pra colocar aqui (a gravadora impede).  Mas você pode ver aqui. 

Os ingressos de pista custam 140 reais (inteira) e estão à venda no site do Via Funchal ou lá mesmo.

Nádia Lapa

domingo, maio 3, 2009

Xerox, Fotocópia e Autenticada

Há milhões de anos, eu li que um pai havia registrado suas filhas com os nomes de Xerox, Fotocópia e Autenticada. Foi numa época pré-internet, quando Santo Google ainda não existia. Então, provavelmente essa história é verdade.

Pois bem. Este foi o nome escolhido para um post fixo “de sábado”, caso eu lembre de escrevê-lo toda semana. É pra falar de covers; pra analisarmos se a xerox acaba ficando mais bonitinha que o original.

Comecemos com a aniversariante do dia, Lily Rose Beatrice Allen. Hoje (dia 2) ela fez 24 anos.  Na curta carreira (primeiro álbum lançado em 2006), a cantora inglesa já fez covers de diversas músicas. 

Uma que gosto nas duas versões e não consigo decidir qual a melhor é Naive, originalmente gravada pelo The Kooks. Luke Pritchard, vocalista da banda inglesa, compôs a canção quando tinha apenas 16 anos. Eles tocarão em São Paulo dia 19 de junho. O show será no Via Funchal e eu estarei lá. 😉

A versão dos meninos:

A versão de Lily:

Continuando com as bandinhas indies, Lily regravou Oh My God em 2006. Os Kaiser Chiefs haviam lançado a música em 2004.

Eu prefiro a versão original…(até pq esses moços me fizeram muito feliz numa noite de novembro passado…)

Pode-se dizer que esta moça conhece seu público. Ela cantou Everybody’s changing, do Keane. Esta OUTRA banda inglesa já me fez bem feliz as well. Por duas vezes, a última bem recentemente. 

(eu não aguento mais essa música, então nem posso opinar sobre qual a mais legal…)

Pois a inglesinha foi buscar inspiração do outro lado do Atlântico. Heart of Glass, do Blondie, foi a escolhida. Por mais que a voz da Lily fique bonitinha na música, não dá pra competir com o lançamento original, de 1979.

E ela fincou mesmo os pés nos EUA. Recentemente fez uma versão de Womanizer, da Britchney (eu sei q tá escrito errado, tá?).  Curti.

Ela também se inspirou num “cantor” americano pra fazer a Nan, you’re a window shopper. Neste caso, não foi um cover. Foi uma espécie de paródia, mesmo. Enquanto o rapper 50 cent (blerght) gravou Window Shopper, que fala de coisas caras, de quão fodão ele é por comprar coisas, Lily fala justamente o contrário. A música da cantora seria sobre a avó, que é pão-dura. A melodia das duas músicas é bem parecida.

Voltando à terra natal, Lily fez covers de duas músicas de compatriotas. A ótima Don’t get me wrong, dos Pretenders (gravada em 1986) 

e Straight to hell, do Clash, originalmente lançada em 1982

Não dá pra escolher qual a melhor das duas, pois uma banda que tem London Calling no currículo não pode nem ser posta à prova…

Vamos ver qual será a nova de Lily Rose. 

Nádia Lapa

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