Midcult

quarta-feira, agosto 5, 2009

Rio, eu gosto de você

– Não sei o que você vê nessa cidade…

– O que eu vejo nela passa bem longe de qualquer coisa que você possa supor.

– Lá só tem favela e aquele povo folgado que entra no ônibus sem camisa.

– E aqui tem o quê? Claro, os engravatados que não dizem “bom dia” quando entram no elevador. Hã rã, sensacional.

– O Rio de Janeiro sempre teve inveja de São Paulo.

– Que preguiça, meu deus…

– Acho brega essa foto no seu computador. O Rio de Janeiro não é tão bonito assim.

– Lógico, bonito é você de terno e gravata… Ah, e com essa cara de quem precisa nascer de novo.

Cintia Santiago

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segunda-feira, julho 13, 2009

É, poderia ser perfeito…

Filed under: Propaganda — Âmbar Elétrico @ 00:08
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Lembrei-me agora de um antigo (nem tão antigo assim) comercial do shopping carioca Rio Sul. Era uma tradicional “virada de ano” – não me recordo qual, exatamente – e eu estava na Cidade Maravilhosa na época da divulgação da propaganda.

O vídeo é bobo e sem as pirotecnias de hoje, mas tenho certeza de que todo carioca gostaria de ter essas “bobagens” do comercial. SÓ ISSO, sem todo o resto que vemos a cada dia por lá…

Eu amava “ver” Deus e São Pedro conversando e parava em frente à TV feito tonta – eu e minha amiga Aninha (carioquíssima). Tem gente que não acha a menor graça; povo sem coração! 😛

Cintia Santiago

quinta-feira, maio 21, 2009

Agora é a vez do Rio

A Cidade Maravilhosa vai ganhar a sua primeira edição da Virada Cultural.

A versão paulistana sempre foi marcada, de um lado, pela diversidade de estilos e, de outro, pelo vandalismo e má educação dos participantes. De qualquer maneira, são 24 horas ininterruptas de eventos para todos os públicos, em várias partes da cidade.

A edição carioca terá 48 horas de duração, de 5 a 7 de junho. A proposta é basicamente a mesma: palcos espalhados pelos bairros, como na Praça Quinze e na Cidade do Samba. Música, artes plásticas, teatro, cinema… Tudo de graça ou a preços populares.

Como eles dizem por lá: “Demorô!”. E, peloamordedeus, não esculhambem a cidade! Porque São Paulo ficou pelo menos dois dias com a região central igual a um pardieiro.

Nota da redação: sinto saudade do Rio como se a cidade fosse gente. Tudo que me veio de lá – direta ou indiretamente – é o que de mais valioso se pode ter.

RJ

Cintia Santiago

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