Midcult

terça-feira, julho 14, 2009

Lição básica de gramática

O uso da crase é um bicho de sete cabeças para a maioria das pessoas. Não consigo entender certos erros de português, mas mesmo que você seja complacente com quem erra, há coisas inadmissíveis.

Na Veja desta semana (sempre ela!), a Garoto publicou um anúncio de página inteira com DUAS crases erradas. Segundo o site da própria Abril, um anúncio em página indeterminada na revista custa 216 mil reais. Isso sem contar o custo da agência de publicidade, que não deve ter sido barato. Afinal, foi a W a responsável por tamanha burrice.

A responsável pela imagem é a Madrastra do Texto Ruim.Para ver a explicação da moça acerca de tamanha asneira, clique aqui.

Publicitários, contratem revisores, por favor. Tem uma pá de jornalista desempregado…

Nádia Lapa

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segunda-feira, julho 13, 2009

Casas Pernambucanas ou Tostines? Eis a questão

Como já deu pra perceber, as duas moças que fazem este blog são um tanto quanto antigas. Para manter a tradição, eis que me lembrei de alguns comerciais de TV “do tempo do onça”, como dizem por aí. Tudo aconteceu porque, com esse friozinho que faz em Sampa, uma amiga fez aquela brincadeira quando eu bati na porta do quarto dela: “Quem bate?” – “É o friiiiio!”.

Bom, já deu pra perceber que o jargão acima pertence ao comercial das Casas Pernambucanas, né? Se não, esqueça e vá ler outro blog. 😉

Olhem só, de 1962:

O que dizer, então, da propaganda dos cobertores Parahyba? A professora do jardim da infância cantava a musiquinha naqueles dias em que a gente dormia no colégio durante a tarde.

Agora, o bordão mais famoso do que o de Hamlet: “Vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”.

Cintia Santiago, que adora ter um motivo pra falar de coisas antigas

É, poderia ser perfeito…

Filed under: Propaganda — O escritor @ 00:08
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Lembrei-me agora de um antigo (nem tão antigo assim) comercial do shopping carioca Rio Sul. Era uma tradicional “virada de ano” – não me recordo qual, exatamente – e eu estava na Cidade Maravilhosa na época da divulgação da propaganda.

O vídeo é bobo e sem as pirotecnias de hoje, mas tenho certeza de que todo carioca gostaria de ter essas “bobagens” do comercial. SÓ ISSO, sem todo o resto que vemos a cada dia por lá…

Eu amava “ver” Deus e São Pedro conversando e parava em frente à TV feito tonta – eu e minha amiga Aninha (carioquíssima). Tem gente que não acha a menor graça; povo sem coração! 😛

Cintia Santiago

quinta-feira, abril 30, 2009

BI-ZAR-RO

Filed under: Propaganda — Nádia Lapa @ 21:17
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Dica de Carlos Merigo. Segundo ele, a Wunderman confirma a autoria da “obra”.

MORRI.

Nádia Lapa

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