Midcult

sexta-feira, maio 1, 2009

Anos Incríveis

Filed under: Programas de TV,Velharia — O escritor @ 14:20
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Continuando a fase “sim, estou nostálgica, e daí?”, vou agora externar o meu sentimento pela série Anos Incríveis. Todo-mundo-nessa-vida já parou alguma vez para assistir às aventuras de Kevin Arnold, um garoto semirretardado (alguém merece o Acordo Ortográfico?), que adorava uma menina meio vesga e de cabelo escorrido.

A série, produzida entre 1988 e 1993 por Neal Marlens e Carol Black, é ambientada nos Estados Unidos entre as décadas de 60 e 70. Kevin (Fred Savage) é um garoto um tanto atrapalhado de uma típica família americana de subúrbio. Tem um irmão feio e imbecil – Wayne (Jason Hervey) -, que vive tentando sabotá-lo. O pai, Jack Arnolds (Dan Lauria), é um notório chefe de família durão. Norma (Alley Mills) é a mãe cuidadosa; vive em função do marido e dos filhos.  A hippie Karen (Olivia d’Abo) é a irmã mais velha e não mora com eles.

familia-arnolds

Basicamente, mas não apenas isso, a história foca-se nas agruras, conquistas e descobertas do menino e do adulto Kevin. Junto de seu melhor amigo Paul Pfeiffer (Josh Saviano) – este sim um retardado completo – e de Winnie Cooper (Danica McKellar), a garota de seus sonhos, ele vive momentos engraçados, tristes e curiosos. E conquistou toda uma geração exatamente por isso.

kevin-e-winnie

O mais interessante é ter como pano de fundo das histórias toda a transformação pela qual o mundo passou naquela época. O movimento hippie, Woodstock, parte da evolução do rock, Elvis Presley…

Falando nisso, eu adoro o tema de abertura com Joe Cocker, na versão de “A Little Help Of My Friends” dos Beatles.

Eu juro que passaria um dia inteiro revendo a série, que foi exibida no Brasil pela TV Cultura, Multishow e Rede 21 – canal da TV Bandeirantes. Para os saudosos como eu segue um trecho:

Cintia Santiago, que um dia sonhou ter o cabelo da Winnie Cooper.

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1 Comentário »

  1. Eu nunca quis ser ou ter nada da Winnie Cooper. Menina sem graça. Mas, de fato, este seriado marcou nossa geração.

    Beijo.

    Comentário por Nádia Lapa — sexta-feira, maio 1, 2009 @ 18:06 | Responder


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